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Terreno Valongo - Sobrado Terreno plano para edificação em altura, permitindo a construção de 23 fogos, lote com 1830m2 e com localização privilegiada ( 5 min. da autoestrada A4 e EN15). Excelente exposição solar. A Junta de Freguesia de Campo e Sobrado é a nova estrutura orgânica da administração local da União de Freguesias de Campo e Sobrado no âmbito da Lei n.º 11-A/2013, de 28 de janeiro, que procede à reorganização administrativa do território das freguesias, através da criação de freguesias por agregação ou alteração dos limites territoriais. Embora esta nova configuração seja uma realidade recente, as freguesias de Campo e Sobrado têm a sua própria história e património cultural. De origens obscuras, S. Martinho do Campo é citado nas inquirições de 1258 e, ainda hoje, o nome da freguesia é enganador. Pinho Leal considerava-o de origem celta e, talvez para o distinguirem da homónima de Santo Tirso e outras terras de S. Martinho, aqui omitiram o padroeiro, havendo memória dela no ano 797. Segundo a corografia Moderada do Reino de Portugal de 1875, S. Martinho do Campo vinha referenciado com o nome de Recezinhos de Ponte Ferreira, como pertencente à Abadia do Convento de Vilela que passou depois para a alçada do Bispo e foi integrada no então Concelho ou Julgado de Aguiar de Sousa. Na gente simples e crente, abundam as lendas e tradições num sentido de vida religiosa, característica de uma sã ruralidade. De mãos francas, predispostas para o trabalho, este povo laborioso soube aproveitar as riquezas naturais da sua terra explorando do subsolo a ardósia, as quartzites, o antimónio, o volfrâmio; utilizar a força da água do seu Rio Ferreira; cultivar a terra – produzindo milho, vinho, feijão, batata, legumes – fomentar indústrias criadoras de riqueza, de que são exemplo a da moagem, panificação, têxteis, transformação de ardósias, móveis ou metalomecânica, e intensificar, de forma diversa, os circuitos comerciais. Em suma, soube construir o progresso e garantir o futuro. Por sua vez, a Paróquia de Santo André de Sobrado, em 1879, possuía “huma linda caza para Eschola Régia de Instrução primária, hum bom cemitéria e huma elegante Igreja, porem huma grave falta de huma torre para os sinos”. A ata de 13 de Setembro, desse mesmo ano, dá a notícia de que chegado “do Rio de Janeiro um bom patrício o Ill.mo Snr. Jozé dos Santos Ferreira proprietário e capitalista…que tendo imenso dezejo de beneficiar a Igreja onde foi baptizado, e conhecendo a grande necessidade de huma torre para colocação dos sinos e relogio, vem…pôr à disposição da mesma a quantia de setecentos mil reis”. Pelas Inquirições Gerais de 1258 sabemos que o atual concelho se repartia, à data, entre o Julgado de Aguiar de Sousa – que incluía S.Martinho de Campo e Sobrado – e o Julgado da Maia, onde se incorporavam S.Vicente da Queimadela, Valongo e S.Lourenço de Asmes. Com a criação do Concelho de Valongo, em 1836, foram criadas as freguesias de Campo e de Sobrado. No ano de 2001, as aldeias de Campo e de Sobrado são elevadas a Vila. Após o processo de reorganização administrativa, e das eleições autárquicas de 29 de Setembro de 2013, a Junta de Freguesia de Campo e Sobrado ganhou vida. A criação do concelho de Valongo remonta ao ano de 1836 e ocorre no contexto da reforma administrativa do País, compreendida no reinado de D. Maria II. Contudo, a ocupação humana desta região é muito anterior à romanização. Romanos, Bárbaros e Árabes Esta região sofreu ocupação romana, especialmente para extração de ouro na Serra de Santa Justa. Repare-se que o próprio topónimo que a designa teve origem nas palavras latinas Vallis Longus. Restam ainda vestígios que permitiriam a detecção de dois eixos principais romanos que atravessariam o concelho: estrada Porto-Guimarães; estrada Alfena-Valongo-Aguiar de Sousa/Penafiel. Esta região seria ainda ocupada por povos bárbaros (suevos e visigodos) e posteriormente por Árabes e Mouros. Segundo o Padre Lopes dos Reis, natural de Valongo, “os mouros entraram na Hespanha enthusiasmados pela guerra santa com o alfange n´uma mão e Alkorão na outra, levando de vencida com o seu poderoso exercito todos os logares por onde podiam passar. Em Vallongo talvez nem corresse sangue, porque inermes, poucos e sem defeza os seus habitantes só temerariamente podiam abalançar-se a impedir a passagem a um inimigo poderoso deante do qual tinham sabido que fugira espavorido um exercito de bravos. Por isso é que chegados a Vallongo os arabes (716) deixaram o seu povo em paz sem o escrevisarem, e mediante certo tributo deram-lhe a liberdade de viver como até ahi, indo eles estabelecer-se longe da povoação goda, que ocupava o Susão e a parte ocidental da villa, na planície à beira de um regato que mais tarde se chamou Ilhar Mourisco. Na região do Douro, desde 868 emergiu o Condado de Portucale, do qual Vímara Peres era conde, isto porque foi ele quem reconquistou a cidade para as forças Cristãs. Ainda assim a região não estava a salvo das campanhas mouras, especialmente de Almançor, como é percetível na tomada do castelo de Aguiar de Sousa em 995. Por fim, as campanhas de Fernando o Magno (Rei de Leão), na década de 50 do século XI, permitiram fixar o rio Mondego como linha de fronteira entre os cristãos e os mouros, possibilitando uma reestruturação do território bem como o seu povoamento. Idade Média O Rio Ferreira terá servido, entre o século IX e XI, de linha de fronteira entre o território de Anégia e o território de Portucale. Assim a margem esquerda do rio pertencia à Anégia e a parte direita a Portucale.[6] Pelas Inquirições Gerais de 1258 sabemos que o atual concelho se repartia à data entre o Julgado de Aguiar de Sousa – que incluía S.Martinho de Campo e Sobrado, e o Julgado da Maia, onde se incorporavam S.Vicente da Queimadela, Valongo e S.Lourenço de Asmes. Do ponto de vista económico-social, a terra, como base da economia e do posicionamento social de cada um, constitui, neste período, o elemento primordial de sobrevivência e de poder. Na área do concelho, os grandes senhores da terra são o Rei e o Clero – particularmente o Clero Regular. O aparecimento de novos povoados, o alargamento progressivo do termo das povoações já existentes, a multiplicação de capelas sufragâneas e o fraccionamento da propriedade, comprova o notório crescimento demográfico desta região ao longo dos séculos. Acompanha este aumento da população um progressivo desenvolvimento de outros setores de economia. A indústria e o comércio, assentando inicialmente em formas incipientes, adquirem uma forte expressão na economia. A indústria panificadora tradicional é disso exemplo excelente: as suas origens remontam à Baixa Idade Média, mas conhece tal desenvolvimento o fabrico de pão de trigo, que permitirá aos padeiros de Valongo alimentar toda a região envolvente e com o produto do seu trabalho, contribuir decisivamente para a construção da nova igreja, começada a edificar pelos finais do século XVIII. A 9 de Março de 1654, decorreu uma reunião entre as freguesias de Campo e Sobrado, na Igreja de Santo André de Sobrado, para resolver conflitos entre as duas freguesias sobre as águas do Rio Ferreira. Foi Francisco Beliagoa Carneiro, abade de Sobrado que confirmou o acordo em nome dos seus paroquianos que não sabiam assinar. As Invasões Francesas e a Guerra Civil entre D. Pedro e D. Miguel No dealbar do século XIX, Valongo vive as vicissitudes da presença das tropas de Napoleão, aquando das Invasões Francesas. Uma divisão instala-se em Valongo, transforma a igreja em cavalariça e saqueia valores a particulares e à igreja. Em 1832, o concelho é palco das Guerras Liberais – Constitucionais e Miguelistas enfrentam-se na Batalha da Ponte Ferreira. Em Ermesinde, o antigo Convento de Nª. Srª. do Bom Despacho (Stª. Rita), torna-se hospital militar das forças absolutistas e no adro da igreja são enterrados em vala comum muitos dos que pereceram no Cerco do Porto. Em 1828, com D. Miguel, regressou o Absolutismo a Portugal. Mais uma vez o Porto teve um papel primordial, no combate pela Liberdade. De 1832 a 1834 travou-se a Guerra Civil, entre Liberais e Absolutistas. Toda a região envolvente do Porto foi nestes anos molestada pelas guerras dos Liberais que corajosamente se defendiam do Cerco que os Absolutistas lhe preparavam. Estas Terras serviram pois de palco às batalhas e aos movimentos militares que se desenrolaram entre os dois irmãos desavindos: D. Pedro, pelo lado dos Liberais, D. Miguel, pela parte dos Absolutistas. Neste período ocorrem duas importantes batalhas: a de Ponte Ferreira e a da formiga. Importa referir que tanto o Duque de Bragança D. Pedro (outrora Imperador do Brasil D. Pedro I ou D. Pedro IV de Portugal) como o D. Miguel estiveram em Valongo por causa das contendas militares. Por decreto publicado a 29 de novembro de 1836, D. Maria II cria o concelho de Valongo com as freguesias de Sobrado, Campo e Gandra (que pertenciam ao concelho de Baltar) e Alfena, Ermesinde e Valongo (que pertenciam ao concelho da Maia). A 18 de maio de 1852, decorreu um almoço na Travagem oferecido pela C.M. Valongo à Família Real composta pela Rainha D. Maria II, o Rei D. Fernando II e os príncipes D. Pedro (futuro D. Pedro V) e D. Luís (futuro D. Luís I). Este almoço decorreu na última visita de D. Maria II ao norte de Portugal em forma de agradecimento pela criação do Concelho de Valongo em 1836. Anos mais tarde, haveria nova visita real, desta vez por D. Luís e D. Maria Pia. "Durante muito tempo, falou-se ainda com grande admiração dos gigantescos e belos arcos que foram feitos em muitos lugares de passagem do cortejo e que deram aos festejos um esplendor admirável. Contudo, num plano mais geral, recrudescem os fatores de desenvolvimento que se vinham observando. É entre os finais do século XVIII e os inícios do século XX que se constroem as grandes casas de lavoura em todas as povoações cujo cariz rural permanecerá por mais tempo. Adensa-se e multiplica-se a rede viária dentro dos limites do concelho, que passa a ser servido por transportes como o carro elétrico e o comboio. Sucede-se a abertura de estabelecimentos comerciais, com particular relevo para a principal artéria de Valongo e outros locais de Ermesinde. Os agregados populacionais alongam sucessivamente os seus termos com a chegada contínua de gentes vindas do interior. Assiste-se também à instalação de várias indústrias. Por meados do século XIX, começa a exploração sistemática de ardósia (uma indústria tradicional com grandes implicações ao nível social). Extrai-se ainda do subsolo antimónio, volfrâmio e carvão. Nos limites de Ermesinde implantam-se grandes fábricas como a “Resineira”, a “Cerâmica” – “Empresa Industrial de Ermesinde” e a “Têxtil de Sá”. Outras nascerão noutras áreas do concelho. Com maiores ou menores dimensões, adquirem relevo no concelho ramos da indústria como a Metalomecânica, a Metalúrgica, a Têxtil, a Construção Civil e Obras Públicas, a Alimentar e as Madeiras e Mobiliário. Campo e Sobrado conservam um maior pendor de ruralidade. Domina o regime de minifúndio com produções tradicionais – a vinha, o milho e as forragens, a que está ligada a produção de leite. Têm surgido culturas novas como a kiwicultura e a hortifloricultura. O fim da monarquia e a Implantação da República Em 1893, Sobrado acolhe os exercícios militares da Balsa, bem como a visita do Rei D. Carlos que passa a noite na Residência Paroquial. O rei terá sido entusiasticamente saudado no trajeto entre a Estação de Valongo (uma vez que veio de comboio) até Sobrado. O executivo municipal liderado por António Mendes Moreira, abade de Sobrado, procedeu à proclamação da República Portugueza a 10 de Outubro de 1910 estando lavrado em ata que ”(…) este município congratula-se com o notável acontecimento que há-de ficar registado em letras douradas paginas da historia pátria e declara solennemente proclamada a Republica Portugueza.” No dia seguinte, Mendes Moreira (provavelmente monárquico) é substituído na presidência do executivo camarário de Valongo por Joaquim da Maia Aguiar, defensor do republicanismo. A proclamação da República em Valongo fez-se no dia 10 de Outubro. O ainda presidente da Câmara Municipal de Valongo, António Mendes Moreira (abade de Sobrado) disse: «Tendo sido implantada pelo exército e pelo povo da Capital, a Republica Portuguesa e abolidas as instituições monárquicas, a este município compete também pronunciar-se sobre tão glorioso acontecimento de que se esperam resultados úteis e profícuos para o progresso e prosperidade da pátria. (...) Que não pode Vallongo deixar de aderir também ao novo regime, que, estamos convencidos, é para bem de todos os portugueses e vem marcar uma nova e luminosa era de regeneração e de prosperidade para a pátria. Que em nome, deste município, congratula-se com o notável acontecimento há-de ficar registado em letras de ouro das páginas da história pátria e declara solenemente proclamada a Republica Portuguesa. (...)" No dia seguinte, 11 de Outubro de 1910, reuniu pela 1.ª vez a Comissão Municipal Republicana de Valongo, liderada por Joaquim da Maia Aguiar (substituindo o abade de Sobrado, que provavelmente nutria um ideal monárquico). Seguiu-se a proclamação da república nas restantes freguesias: Ermesinde (27 de outubro), Alfena (4 de novembro), Valongo (28 de outubro), Sobrado (28 de outubro) e Campo (30 de outubro). A 7 de fevereiro de 1911, S. Lourenço de Asmes passa a designar-se Ermesinde, porque “Asmes” era um nome dado a equívocos e a maledicências e Ermesinde era o nome de um lugar desta freguesia e também da estação de comboios. Em 29 de Setembro de 1911, rebentou no Porto e em alguns concelhos vizinhos uma conspiração que tentou repor a monarquia mas sem sucesso. Em 3 de Outubro, o Administrador do Concelho, Dr. Maia Aguiar solicita ao Comissário Geral da Polícia Civil do Porto a captura do Reverendo Paulo António Antunes, abade de Ermesinde sob a acusação de que o mesmo teria contactado os párocos de Alfena, Valongo e Sobrado, convidando-os […] para o auxiliarem n´um movimento revolucionário, pedindo-lhes para mandarem tocar os sinos a rebate, quando fosse de madrugada, aliciando o povo e seguindo com elle para a sede do concelho, a fim de tomarem conta da Camara e administração, ficando elle administrador. Neste período grande parte dos párocos deste concelho foram expulsos das residências paroquiais, tiveram que se exilar ou foram presos. Foi um momento conturbado, caracterizado pela perseguição republicana à Igreja católica. A 19 de janeiro de 1919 é proclamada no Porto a restauração da monarquia que durou apenas 25 dias, até 13 de fevereiro de 1919. Todo o norte de Portugal aderiu a esta revolução (incluindo Valongo), excluindo Chaves que se manteve republicano. Ermesinde foi elevada à categoria de Vila em 12 de Junho de 1938 e a 13 de Julho de 1990, a Assembleia da República, por unanimidade, aprovou a passagem de Ermesinde a cidade. Atualidade Após a restauração da república, Valongo desenvolve-se gradualmente, influenciado pelo crescimento industrial e económico da Cidade do Porto. O comboio e posteriormente as excelentes acessibilidades rodoviárias propiciam um crescimento populacional e económico extraordinários. Valongo é hoje um município empenhado em cumprir um desenvolvimento harmonioso e equilibrado. O crescimento económico terá que conviver com a preservação dos bens culturais e naturais. Uma dualidade que garantirá sempre a qualidade de vida. Património religioso A igreja simboliza o património religioso, sendo uma das vertentes mais difundidas e imponentes do património edificado do concelho. As igrejas matrizes, as capelas, as alminhas, os calvários e os cruzeiros são as marcas mais evidentes de uma devoção ao sagrado, característica de populações ligadas à terra e a tudo o que dela emana. Estas não se pouparam a esforços para a criação dos mais belos exemplares para louvar a Deus, em agradecimento das benesses recebidas. Todos e cada um dos elementos que constituem este conjunto são um marco na paisagem, contam-nos uma página da história local e em alguns casos são o testemunho de incríveis estórias pessoais. Lousa A lousa escolar - o nosso ipedra ou tablet- simboliza a indústria da extração e transformação da ardósia, assim como todas as atividades a elas associadas. A ardósia formou-se há cerca de 350 milhões de anos com a concreção dos sedimentos arrastados pelos rios para o fundo do mar, através de fortes pressões e temperaturas muito elevadas. Usada desde sempre para as mais variadas aplicações, viu a sua extração ser industrializada em meados do século XIX, através da companhia inglesa “The Vallongo Slate & Marble Quarries”. As lousas e as penas escolares talvez sejam os exemplos mais simbólicos da aplicação desta versátil matéria-prima, porque permitiram que milhares de pessoas pudessem ter aprendido a ler e a escrever, usando um material ecológico e em constante reciclagem. Brinquedo Este brinquedo simboliza a indústria do fabrico de brinquedo no concelho, que passou pelo uso de diferentes matérias-primas: terracota, papel, madeira, chapa, celuloide e plástico, que foram acompanhando a evolução dos tempos. O que começou por ser uma forma de ocupar tempos mortos entre lides agrícolas e alegria dos mais pequenos, rapidamente se tornou uma fonte de rendimento. Uns paus e tábuas afeiçoados e toscamente pintados deram origem a brinquedos populares, que reproduziam os usados nas tarefas quotidianas. A madeira deu lugar à chapa, muitas vezes reaproveitada de latas de óleo e conservas, que se transformou em veículos de todos os géneros para os rapazes; fogões e ferrinhos de brunir para as meninas. O celuloide foi criado para satisfazer uma escassez de materiais durante a segunda guerra mundial. Foi de curta duração dada a sua fragilidade, mas deixou o caminho aberto para o plástico. Bugios e Mourisqueiros O Bugio e o Mourisqueiro representam as festas, as romarias e as procissões, que são o aspeto lúdico-devocional mais visível das manifestações do património cultural imaterial, que têm lugar no nosso concelho. A Bugiada e Mouriscada é a festa que pela sua originalidade, quer a nível nacional quer internacional, mais se destaca no património imaterial. Nesta festa que envolve a participação de centenas de participantes locais, recria-se a luta entre Bugios (cristãos) e Mourisqueiros (infiéis) pela posse da imagem milagrosa de S. João Batista e replica-se a incessante luta entre o bem e o mal. Para além desta trama estrutural fazem parte outras cenas relacionadas com as vivências quotidianas. Regueifa e biscoito O ícone da regueifa simboliza a indústria da panificação e do biscoito. O fabrico de pão está documentado desde a Idade Média, sendo para além de alimento indispensável do dia-a-dia, meio para pagamento de foros. É provável que o biscoito tenha feito parte das rações dos marinheiros no período dos descobrimentos, abrindo-se assim caminho para o fabrico do biscoito que hoje conhecemos. Com a introdução do milho graúdo americano, a broa ganhou destaque e com as invasões francesas passa a ser produzido o “mollet”. Actualmente a regueifa é considerada uma iguaria no mundo do pão, sendo famosas as regueifas de Valongo. A serra de Santa Justa e Pias simboliza a importância do património natural na evolução da vida no concelho. Com o seu aparecimento, criaram-se as condições que possibilitaram as mineralizações de ouro e antimónio, exploradas desde os romanos até à Segunda Guerra Mundial, assim como a lousa, desde o século XIX até aos nossos dias. O rio Ferreira viabilizou o sistema de regadio dos campos de milho e o movimento de centenas de mós, desenvolvendo a indústria da panificação e do biscoito. Hoje, podemos apreciar a sua geo e biodiversidade, destacando-se as importantes jazidas fossilíferas que motivaram a criação do Parque Paleozoico em 1995, o Sítio Rede Natura 2000 “Valongo” em 1997 e a sua classificação como Área de Paisagem Protegida Local em 2011.[14] Em 2016, em conjunto com os municípios de Gondomar e Paredes, Valongo criou o Parque das Serras do Porto, o maior pulmão verde da Área Metropolitana do Porto. Valongo possui uma riqueza considerável no que concerne à gastronomia, destacando-se: o Pão, a Regueifa, os Biscoitos tradicionais, Sopa Seca e Cabrito Assado em forno de lenha. O Grupo Soluções Ideais venceu novamente o Prémio Cinco Estrelas Regiões, sendo já o terceiro ano consecutivo em que alcançamos este reconhecimento. A SI candidatou-se a este prémio em 10 distritos, tendo sido vencedora em todos eles, à semelhança do ano anterior: Aveiro, Braga, Coimbra, Guarda, Leiria, Lisboa, Porto, Santarém, Setúbal e Viseu. Alcançámos uma classificação geral de satisfação de 7,76, superior à do ano anterior, e fomos novamente a 1.ª classificada na categoria ‘Imobiliárias’. Outros pontos de destaque foram a satisfação pela experimentação, onde recebemos uma avaliação de 8,35 em 10, a relação preço-qualidade, onde fomos avaliados em 8,18, e a intenção de recomendação, onde alcançámos a pontuação de 8,34. Também no atendimento, na variedade e qualidade de imóveis, na comunicação dos mesmos, na escolha de propostas e na eficiência e rapidez dos processos, alcançámos pontuações de destaque, sempre acima dos 8 em 10. Quando questionados sobre como tiveram contacto com a Soluções Ideais, as principais respostas dos nossos clientes foram as redes sociais (28%), a publicidade (22%) e por recomendação (25%). Segundo o relatório do Prémio Cinco Estrelas, “os resultados obtidos nos testes e estudo de mercado no âmbito do Prémio Cinco Estrelas Regiões 2022, permitem afirmar que a Soluções Ideais é considerada pelos consumidores como extraordinária, realmente Cinco Estrelas”. – Prémio Cinco Estrelas O Prémio Cinco Estrelas é um sistema de avaliação que mede o grau de satisfação que os produtos, serviços e marcas conferem aos seus utilizadores. O Prémio Cinco Estrelas Regiões é a distinção regional desta metodologia, avaliando marcas de origem maioritariamente portuguesa, para identificar e distinguir o que Portugal tem de melhor, região a região. Para isso, utiliza um método completo e rigoroso, tendo como critérios de avaliação as principais variáveis que influenciam a decisão de compra dos consumidores. Fundado em 2002, o grupo Soluções Ideais tem acumulado uma significativa experiência no mercado imobiliário, baseando-se em valores sólidos de confiança, lealdade, profissionalismo e qualidade do serviço ao cliente. Centrando a sua atividade no cliente e nas suas necessidades, foi desenvolvendo produtos e serviços inovadores em quatro áreas de atuação: Mediação Imobiliária, Intermediação de crédito, Gestão de Arrendamentos e Mediação de obras Reunimos todos os esforços para vender ou arrendar a sua casa pelo melhor preço e no menor período de tempo. Para isso, visitamos o seu imóvel, aconselhamos o preço de mercado, divulgamo-lo através de um conjunto de ferramentas de marketing exclusivas e avançadas, e transacionamo-lo sem complicações. Toda a segurança, desde o contrato à escritura, com o apoio do nosso departamento de acompanhamento processual. Dispomos de uma vasta carteira de imóveis de particulares e de instituições financeiras, com financiamento até 100%, e de uma equipa especializada para o aconselhar e acompanhar até ao final do processo de aquisição do seu imóvel. Na SI, promovemos o arrendamento do seu imóvel e contribuímos para rentabilizar o seu investimento e aumentar o seu rendimento. Com a gestão de arrendamentos, tem acesso a uma série de serviços que conferem segurança e rentabilidade ao seu arrendamento, e ainda dispõe de um gestor dedicado para assegurar o cumprimento do contrato com o seu inquilino. Dispomos de uma larga rede de parceiros experientes e especializados na construção, reparação e remodelação de imóveis. A nossa missão é apresentar-lhe a melhor solução para a sua obra, selecionando empresas credíveis e capazes de fornecer um serviço de excelência ao melhor preço. Para isso, visitamos o seu imóvel, identificamos as suas necessidades, selecionamos as empresas mais adequadas e apresentamos-lhe a melhor proposta. Através de parcerias desenvolvidas com as principais instituições financeiras nacionais, procuramos a solução financeira mais vantajosa para cada caso. Após estudar e analisar o seu processo, procuramos e aconselhamos a solução de financiamento mais adequada, e acompanhamos e tratamos do processo do início ao fim. Com a SI Projetos, tem ao seu dispor uma variedade de arquiteturas e basta escolher a que mais lhe agrada. A partir daí, trabalhamos consigo para a adaptar às suas necessidades e preferências. Todas as etapas do processo ficam a cargo de uma equipa competente, que tem como compromisso articular todos os intervenientes do processo, sem que você tenha de lidar com burocracias e preocupações.

Detalhes

Equipments e Features

  • Acesso a pessoas com dificuldades motoras
  • Vista Campo

Surrounding area

Super Mercados: 2
Parques / Zonas Verdes: 5
Escolas: 6
Farmácias: 1
Transportes Públicos: 4

Informação de contacto

Lúcia Coelho

Consultora Imobiliária

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